terça-feira, 28 de junho de 2011

Feira Junina promove a economia solidária


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O evento, que reúne expositores em torno de um novo modelo de relação social, política e econômica, além de apresentações culturais
FOTO: TUNO VIEIRA
Hoje a programação segue e, às 9 horas, tem início a formação de oficinas com os empreendedores
A Rede Cearense de Sócio-Economia Solidária (RCSES) está promovendo a Feira Junina de produtos do segmento, que acontece na Praça da Gentilândia. O evento, iniciado ontem, terá continuidade hoje.

A feira, que reúne expositores em torno de um novo modelo de relação social, política e econômica, envolve temas relacionados com outras metodologias de comércio, além de apresentações culturais em espaços de convivência e lazer.

Expositores
A RCSES acredita que um número expressivo de pessoas circulará pela Praça da Gentilândia durante a feira junina. Ao todo, 50 expositores de grupos representativos da diversidade da produção da economia solidária local participarão das atividades e darão suas contribuições dentro dos seguintes segmentos: alimentação, confecção, artesanato, cultura e agricultura.

Participam da feira, grupos culturais e produtores da economia solidária de Fortaleza e da Região Metropolitana, que irão expor e comercializar seus produtos e serviços.

A integrante do grupo Multiarte, um dos participantes da feira junina na Gentilândia, Gemma Galgani Barbosa, afirma que a Rede foi criada em 2000, com o objetivo de difundir a economia solidária no Estado Ceará, reunindo os grupos produtivos, fortalecendo-os para que possam produzir e consumir com responsabilidade.

"Nossos produtos expostos têm um preço justo e nossa preocupação é que o consumidor saia satisfeito com o que viu e com o que comprou", acrescentou Gemma Barbosa.

Uma das barracas armadas na praça, com boa visitação, era a dos produtos artesanais oriundos da comunidade indígena dos Tapebas, de Caucaia. A representante da comunidade, Maria Aparecida da Rocha Ferreira, falou sobre os produtos colocados em exposição.

"Temos um pouco do artesanato indígena, em que através do talo da carnaúba foram confeccionados réplicas de calangos, tatus e jumentos. Outros enfeites como colares, tapetes e bonecas também estão presentes", explicou Maria Ferreira.

A professora Márcia de Mesquita disse que não havia tomado conhecimento da realização da feira, mas quando passou próximo ao local e notou o ambiente festivo, resolveu parar, aproveitou para dar uma olhadinha no que tinha e acabou comprando blusas e bolsa por um bom preço bem em conta.
fonte
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1002234

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